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11 DE AGOSTO DE 2015

Sim, o Rio Grande tem saída

A crise financeira do Rio Grande do Sul é de conhecimento de todos e ela não é de agora. Faz pelo menos 40 anos que o estado vem sofrendo, principalmente a partir do aumento vertiginoso da dívida com a União, desde1997, quando Antonio Britto aceitou uma negociação injusta e irresponsável para com o povo gaúcho. Desde então, estamos enfrentado muitas dificuldades, contornadas pela competência e vontade política. O governo atual afirma que não há dinheiro para nada, mas nomeia 60 CCs e 120 FGs na semana em que parcela o salário do funcionalismo. Trata-se de uma das maiores incoerências que já presenciamos em nosso estado, de um equívoco sem precedência. Parcelar salários é colocar na conta do funcionalismo as dificuldades administrativas e históricas do nosso estado. Mas, apesar de tudo, o Rio Grande tem saída!

Em 2027 termina o contrato do pagamento desta dívida com a União e uma negociação em novas bases será feita. Até lá, várias medidas podem e já deveriam ter sido tomadas pelo governo Sartori, para que o Estado retome o caminho do crescimento. Para citar algumas, a médio prazo, o governador já poderia ter encaminhado a federalização do excedente acionário da CEEE, mantendo a empresa pública e do Rio Grande; poderia ter encaminhado o edital já pronto, deixado pelo governo Tarso, para a realização da compensação previdenciária, além de buscar os valores referentes a compensação do DAER em obras de estradas federais. São recursos que estão próximos e precisam ser trabalhados. São alternativas para irrigar o caixa do estado, para que se tome fôlego e possamos manter a qualidade dos serviços públicos.

 

A curto prazo, de forma séria e consequente, sugerimos ao governador Sartori, que envie para o legislativo aprovar, imediatamente, o aumento de dez pontos percentuais na retirada dos depósitos judiciais. O governo atual já vem utilizando esta ferramenta. Se aceitar mandar o projeto vai liberar cerca de um bilhão de reais para o pagamento dos servidores e o funcionalismo público não será mais penalizado, não passará mais por humilhações e deixará de ocupar o lugar de inimigo número um do estado, o que jamais foi. Existem ainda recursos do programa de recuperação de créditos tributários, que podem render até 400 milhões de reais e a utilização do novo espaço fiscal, de onde podem aproveitar cerca de 2,3 bilhões. Espaço fiscal criado pela movimentação do governo anterior junto ao governo federal no final de 2014 e que foi tão bem utilizado por governos de oposição ao PT, como é o caso de São Paulo. Não são medidas paliativas, mas movimentos para tornar o estado viável, colocar a economia em movimento, até que o conjunto de decisões comece a dar resultados.

Vamos lá governador. É possível fazer gestão com bom senso desde que haja atitude positiva e liderança.

 


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